Relatório
do Desenvolvimento Humano
2007/2008
Combater a mudança do clima:
Solidariedade Humana em um
mundo dividido. O relatório
faz um mapeamento da ameaça
representada pelas mudanças
climáticas e afirma que o
mundo caminha para um ponto em
que os países e as pessoas
mais pobres podem ficar
permanentemente aprisionados
num ciclo de pobreza. O estudo
recomenda que as emissões de
gases do efeito estufa, em
2050, sejam reduzidas em pelo
menos 80% em relação a 1990.
A publicação traz também o
ranking do IDH (Índice de
Desenvolvimento Humano), em
que pela primeira vez o Brasil
aparece entre os países de
alto desenvolvimento humano.
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do RDH 2007/2008
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Relatório
do Desenvolvimento Humano 2006
Além da escassez: poder,
pobreza e a crise mundial da
água. O relatório mostra que
quase 2 milhões de crianças
morrem todos os anos por falta
e um copo de água limpa e
banheiro em suas casas. Fora
dos domicílios, a disputa
pela água para produção se
intensifica, prejudicando os
menos favorecidos das áreas
rurais e o meio ambiente. O
texto recusa a idéia de que a
crise mundial da água é
resultado da escassez e
defende que a pobreza, o poder
e as desigualdades é que estão
no âmago do problema. O relatório
aponta que, no ritmo atual, as
metas dos Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio
relacionadas saneamento e água
não serão cumpridas no
prazo.
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do RDH 2006 |
Relatório
do Desenvolvimento Humano
Brasil 2005
Racismo, pobreza e violência.
O relatório analisa as
desigualdades raciais áreas
como renda, educação, saúde,
emprego, habitação e violência,
e conclui que os negros estão
em situação pior em todos os
indicadores. O estudo aborda
ainda os mitos raciais
surgidos ao longo da história
brasileira — como o racismo
científico e a democracia
racial —, a história e os
desafios do movimento negro no
país e a pobreza política a
que a população negra está
submetida.
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do RDH Brasil 2005 |
Relatório
do Desenvolvimento Humano 2005
Cooperação Internacional
Numa Encruzilhada. O
desenvolvimento humano não se
esgota nos Objetivos do Milênio,
mas as metas são uma referência
crucial para uma nova ordem
mundial, mais justa, menos
pobre e menos insegura. Para
atingi-las, o mundo depende da
cooperação internacional.
Cooperação essa que está
sustentada em três pilares: a
o aumento da ajuda dos países
ricos ao desenvolvimento; o
estabelecimento de regras mais
justas para o comercio
internacional; e a ampliação
do conceito de segurança para
além das fronteiras
nacionais, com a redução dos
conflitos armados nas regiões
mais vulneráveis, como a África.
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do RDH 2005
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Relatório
do Desenvolvimento Humano 2004
Liberdade Cultural num Mundo
Diversificado. Para que o
mundo atinja os Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio e
erradique a pobreza, tem que
enfrentar primeiro, com êxito,
o desafio da construção de
sociedades culturalmente
diversificadas e inclusivas.
Fazê-lo com êxito é condição
prévia para os países se
concentrarem adequadamente em
outras prioridades do
crescimento econômico, a saúde
e a educação para todos os
cidadãos. O desenvolvimento
humano tem a ver, primeiro e
acima de tudo, com a
possibilidade das pessoas
viverem o tipo de vida que
escolheram e com a provisão
dos instrumentos e das
oportunidades para fazerem
suas escolhas.
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do RDH 2004 |
Relatório
do Desenvolvimento Humano 2003
Um pacto entre nações para
eliminar a pobreza humana. O
novo século começou com uma
declaração de solidariedade
e uma determinação sem
precedentes de livrar o mundo
da pobreza. Em 2000, a Declaração
do Milénio da ONU, adoptada
na maior reunião de chefes de
Estado de sempre, comprometeu
países — ricos e pobres —
a fazer tudo o que puderem
para erradicar a pobreza,
promover a dignidade e a
igualdade humanas e alcançar
a paz, a democracia e a
sustentabilidade ambiental. Os
líderes mundiais prometeram
cooperar para atingir metas
concretas de avanço do
desenvolvimento e redução da
pobreza, até 2015, ou antes.
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do RDH 2003 |
Relatório
do Desenvolvimento Humano 2002
Aprofundar a democracia num
mundo fragmentado.
Encomendando pelo PNUD, o
relatório celebra o
crescimento da democracia no
mundo ao longo das últimas décadas,
mas alerta para a necessidade
de se evitar retrocessos em várias
regiões. Ao mesmo tempo, o
RDH 2002 defende o
aprofundamento da democracia
aos níveis local, nacional e
mundial, como a reforma das
estruturas de poder de
organismos internacionais, a
exemplo de Fundo Monetário
Internacional, Banco Mundial e
Organização Mundial do Comércio.
Tal como nos anos anteriores,
o Relatório classifica 173 países
de acordo com o seu nível de
desenvolvimento humano.
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do RDH 2002 |
Relatório
do Desenvolvimento
Humano 2001
Fazendo
as novas tecnologias
trabalhar para o
desenvolvimento
humano. O Relatório
oferece uma análise
oportuna e provocativa
do potencial da
biotecnologia e das
Tecnologias de Informação
e Comunicação para
os países em
desenvolvimento. O
Relatório sustenta
que estas novas
tecnologias podem
desempenhar um papel
central na redução
da pobreza mundial e
refuta o ponto de
vista de que a
tecnologia é um luxo
para as pessoas dos países
ricos. Além de
avaliar as realizações
tecnológicas de 72 países,
o Relatório apresenta
uma nova perspectiva
sobre temas
controversos, como os
alimentos modificados
geneticamente,
direitos de
propriedade
intelectual e drenagem
de cérebros.
Destaques
do RDH 2001 |
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Relatório
do Desenvolvimento Humano 2000
Direitos
humanos e desenvolvimento humano -
pela liberdade e solidariedade. Todo
ser humano deve ter assegurados:
liberdade, bem-estar e dignidade. O
Relatório considera os direitos
humanos como intrínsecos ao
desenvolvimento, e o desenvolvimento
como meio para a efetivação dos
direitos humanos. Para garantir os
direitos de todas as pessoas em todos
os países serão necessárias ações
e compromissos dos principais atores
da sociedade. Ao identificar a luta
pelos direitos humanos como algo comum
a todos os povos, o Relatório conclui
que os avanços no século XXI
acontecerão na medida em que sejam
enfrentados interesses políticos e
econômicos arraigados.
Destaques
do RDH 2000
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